Após a publicação, em nosso ultimo material, da verdade sobre o corte de FC's 2 nas VTs de nosso Regional, a atual diretoria de nosso Sindicato publicou em seu site institucional uma nota onde deixa clara a sua ligação umbilical com a Chapa 1 e reconhece que SABIA DA DISPOSIÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PARA "CONJUGAR" AS FCs.
Não houve qualquer tipo de pudor por parte da atual diretoria em se utilizar de um meio de comunicação institucional para descaradamente fazer campanha para a Chapa 1, mesmo sabendo que isso fere o funcionamento transparente e democrático deste pleito.
Dado o ocorrido, a Comissão Eleitoral, no uso de suas atribuições, emitiu uma nota publica onde aponta a tentativa de golpe da Diretoria/Chapa 1 e esclarece que em nenhum momento nosso movimento se utilizou de qualquer método reprovável no curso dessa campanha eleitoral. Como consequência, formulamos um pedido de direito de resposta que foi prontamente deferido pelo presidente da comissão no intuito de garantir um espaço no mesmo site para rebatermos as calunias perpetradas pela Diretoria/Chapa 1 contra nosso movimento.
Abaixo seguem a nota da Comissão Eleitoral sobre o ocorrido, nosso pedido de resposta já deferido e a nota encaminhada para ser publicada no site do Sindiquinze.
NOTA OFICIAL - COMISSÃO ELEITORAL 2011
Com relação à nota publicada no site oficial do SINDIQUINZE datada de 20/10/2011, assinada pelo Sr. Presidente Joaquim Castrillon, cabe tecer algumas considerações:
Consultada, esta Comissão não vislumbrou nenhum tipo de óbice à manifestação da diretoria do sindicato no site oficial da entidade com relação à questão de caráter político suscitada pela CHAPA 2 (VIVA VOZ) em seu material de campanha, na medida em que o texto que consta deste material faz referência expressa à atual diretoria do Sindiquinze.
Porém, algumas ressalvas devem ser feitas:
O título da nota "O sindiquinze adverte: a Chapa 2 faz mal à verdade" acusa parcialidade, comprometendo o caráter de neutralidade que deve pautar as ações da Diretoria com relação ao processo eleitoral. Tal fato cria um precedente para ulteriores manifestações da chapa atingida no âmbito do mesmo sítio, em conformidade com o uso democrático dos meios de comunicação da entidade pela categoria que representa.
Da mesma forma, o trecho que alega que esta Comissão concorda que a Chapa 2 utilizou-se de expediente escuso, mentindo sobre a questão suscitada no documento, não traduz o nosso posicionamento, na medida em que é vedado à Comissão Eleitoral emitir juízo de valor referente à questões políticas, devendo limitar-se à questões que versem, unicamente, sobre o processo eleitoral em curso.
É o que nos cumpria esclarecer.
IVAN BAGINI
Presidente da Comissão Eleitoral - 2011


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